Um rastreador foi encontrado no assoalho do carro de Élida Souza, que alega ter sido seguida em locais públicos de Brasília.

Procurado, Admar Gonzaga afirmou que, em sua visão, não deveria figurar como suposto autor do fato investigado pelo Ministério Público. Disse ainda não ter tido a oportunidade de se defender.

“Não fui chamado a me defender,  nem o MP me chamou para que eu me explicasse”, afirmou.

Procurada, Élida Souza disse, por meio de suas advogadas, que só se manifestará no processo.

(Por Eduardo Barretto)