15 jan 2020

Polícia confirma mais uma morte por síndrome nefroneural em BH.

Um laudo divulgado pela força-tarefa que apura o caso aponta que os lotes L1 1348, L2 1348 e L2 1354 estão contaminados por dietilenoglicol e monoetilenoglicol. A Backer considera que são dois lotes, sendo L1 1348 e L2 1348 duas linhas diferentes de um mesmo lote.

A substância tóxica foi encontrada em amostras de lotes da Belorizontina, que também usa o rótulo Capixaba, e em um tanque reservatório de liquido anticogelante, usado no processo de fabricação das cervejas da Backer.

Casos investigados

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES) afirmou, nesta terça-feira (14), que os 17 casos investigados atingem pessoas de Belo Horizonte e de outras cinco cidades do estado.

Conforme a secretaria, são 12 notificações na capital mineira e os demais casos notificados são de moradores de Nova Lima, na Região Metropolitana; São João Del Rei, no Campo das Vertentes; São Lourenço, no Sul de Minas; Ubá e Viçosa, na Zona da Mata.

Em quatro pessoas foram confirmadas a intoxicação pela substância tóxica dietilenoglicol.

‘Não bebam a Belorizontina’

A diretora de marketing da Backer, Paula Lebbos, pediu em entrevista coletiva nesta terça-feira (14) que as pessoas não consumam a cerveja alvo da investigação. “O que estou pedindo é que não bebam a [cerveja] Belorizontina, qualquer que seja o lote. Eu não sei o que está acontecendo”, disse ela.

G1 no BDMG: Perícia contratada pela Backer encontra dietilenoglicol em lote de cerveja

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Reinhard Allan Santos