9 jan 2018

Presidente, Governadores e Prefeitos são sempre chantageados. E, Ficam calados.

A história dos vetos de dois ministros do Trabalho indicados pelo presidente do Brasil, Michel Temer, demonstra uma fragilidade que um presidente não deve ter. Doente e com medo do Congresso Federal e de várias Instituições, não teve como bancar o nome de Pedro Bernardes, do Maranhão, por veto do caquético e pior presidente que o Brasil já conheceu, José Sarney. Em segundo lugar, está patinando para nomear Cristina Brasil, Filha de Roberto Jefferson, em função de uma causa trabalhista, já negociada.

Isso tem que acabar. O presidente da República não pode ser desmoralizado diariamente. Se ele não presta, vamos tirá-lo. E, não falo só dele, falo dos próximos. O povo que o ele eleger ter a obrigação de dar as forças nas ruas e nas manifestações que ele precisa para governar.

Do mesmo modo acontece com os governos estaduais, onde políticos da base e fora dela, vetam as indicações do governador. Como ele só governa com a maioria na Assembléia, tem que se submeter.

Já o poder municipal, é o mais esculhambado, pois além  das base também exercerem os vetos, o prefeito ainda se sujeita a ouvir empresários sobre quem deve colocar, se funcionários de carreiras ou cargos comissionados para determinadas funções. Aí, o prefeito pensa que está fazendo um favor ao seu município, se atola, pois os empresários ganham e ainda ficam falando da fraqueza do prefeito.

Por isso sempre defendi as eleições separadas: Presidente e deputados federais, pois ai ele faz a maioria e pode governar; depois, governador, senador e deputados federais e por último, prefeitos e vereadores ( obrigado meu amigo Humberto Vieira de Melo, sempre comungamos juntos)

Aí teríamos um poder mais equilibrado sem tantas interferências

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Henrique Barbosa