5 dez 2017

Governo aumenta pressão para tentar aprovar reforma.

O presidente Michel Temer intensificou a pressão na Câmara com o discurso de que o cenário é favorável para a votação da reforma da Previdência.
No entanto, ainda há resistência de aliados. Uma série de reuniões marcadas para esta quarta-feira (6) será decisiva para contagem dos votos.
A partir deste mapeamento, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), decidirá se pautará ou não a votação para semana que vem. “Não marquei nada sobre o início da discussão. Só saberemos se tem voto para levar a reforma ao plenário depois das reuniões com os líderes”, disse Maia à Folha. Apesar do discurso de euforia adotado por Temer e outros aliados, governistas admitem nos bastidores que ainda não há razão para cantar vitória. Contabilizam entre 265 e 280 votos, abaixo dos 308 necessários.
O presidente Michel Temer intensificou a pressão na Câmara com o discurso de que o cenário é favorável para a votação da reforma da Previdência.
No entanto, ainda há resistência de aliados. Uma série de reuniões marcadas para esta quarta-feira (6) será decisiva para contagem dos votos.
A partir deste mapeamento, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), decidirá se pautará ou não a votação para semana que vem. “Não marquei nada sobre o início da discussão. Só saberemos se tem voto para levar a reforma ao plenário depois das reuniões com os líderes”, disse Maia à Folha. Apesar do discurso de euforia adotado por Temer e outros aliados, governistas admitem nos bastidores que ainda não há razão para cantar vitória. Contabilizam entre 265 e 280 votos, abaixo dos 308 necessários.rma
O presidente Michel Temer intensificou a pressão na Câmara com o discurso de que o cenário é favorável para a votação da reforma da Previdência.
No entanto, ainda há resistência de aliados. Uma série de reuniões marcadas para esta quarta-feira (6) será decisiva para contagem dos votos.
A partir deste mapeamento, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), decidirá se pautará ou não a votação para semana que vem. “Não marquei nada sobre o início da discussão. Só saberemos se tem voto para levar a reforma ao plenário depois das reuniões com os líderes”, disse Maia à Folha. Apesar do discurso de euforia adotado por Temer e outros aliados, governistas admitem nos bastidores que ainda não há razão para cantar vitória. Contabilizam entre 265 e 280 votos, abaixo dos 308 necessários.

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Henrique Barbosa