13 maio 2018

Gilmar Mendes mais uma vez livra a barra do PSDB.

Há cinco anos, o representante do PSDB, Paulo Preto, reuniu na sede da UTC, figura do mundo político. O moivo era o de encontrar soluções para os escândalos da Delta Construções. Estavam lá, Fernando Cavendish, da Delta; Ricardo Pessoa, dono da UTC. De forma descontraída, o Paulo Preto, também presente, falou do submundo das propinas e nominou várias figuras proeminentes do tucanato citando até os codinomes.

Tempos depois foi preso no começo de abril por falar demais. Nas grades, ameaçou botar a boca no trombone e contar tudo que havia falado na mesa da UTC e iria causar um estrago danado no mundo político tucano.

Aí entrou em cena o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, que rapidinho soltou o presidiário no último dia 11, uma sexta-feira, desmoralizando seus colegas do Supremo e outros poderes,

Paulo Vieira deixou a Penitenciária de Tremembé, no interior de São Paulo, pouco depois das 22h. Ele é suspeito de participar de desvio de recursos públicos em obras do governo estadual entre os anos de 2009 e 2011. Neste período, o governo paulista foi comandado por José Serra, Alberto Goldman e Geraldo Alckmin, todos do PSDB.

No despacho: “Defiro a medida liminar para suspender a eficácia do decreto de prisão preventiva de Paulo Vieira de Souza, o qual deverá ser posto em liberdade, se por outro motivo não estiver preso”

Com informações do G1, Revista Crusoé e este blog

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Henrique Barbosa