12 fev 2020

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Ao contrário do avô, Tancredo, que morreu quando era esperança nacional, Aécio virou zumbi no Congresso após decepcionar 50 milhões de brasileiros que votaram nele contra Dilma, ao ser flagrando pegando propina

José Nêumanne – Estadão

 

Protegido pelo foro por prerrogativa de função, Aécio esgueira-se por plenário, comissões e corredores exercendo o poder da confabulação com líderes como Coelho. Foto: Dida Sampaio/Estadão

Aécio Neves foi na História política brasileira exatamente o contrário do que representou seu avô, Tancredo, cujo sobrenome adotou oportunisticamente. Teve 50 milhões de votos e por pouco não derrotou o poste de Lula, Dilma Rousseff. Seu avô levou para o túmulo a esperança de milhões de brasileiros que acreditavam na sua liderança para fundar a Nova República. Derrotado nas eleições, o neto virou um playboy parasita, que depois revelou sua verdadeira face, ao ser divulgada uma conversa telefônica com Joesley Batista em que ficou evidenciada sua inclusão na prática da propina do desgoverno petista, mostrando que seu partido, o PSDB, recebia dinheiro para fingir fazer oposição. Agora, Eike Batista delatará propina paga a ele de R$ 20 milhões em troca de favorecimento no Congresso. Um valor absurdo que confirma a aliança secreta e suja com os lulistas, movida por dinheiro sujo. Que papelão! Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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Henrique Barbosa