10 fev 2019

Integração fará diferença no mercado de Jogos digitais que cresce no Brasil.

Segundo dados do 2° Censo da Indústria Brasileira de Jogos Digitais, coordenado pela empresa Homo Ludens, o mercado de jogos apresenta incremento no país com um cenário que envolve 66,3 milhões de gamers e movimentou US$ 1,3 bilhão em 2017. E, por isso, o Brasil já é terceiro mercado do mundo e o principal mercado de jogos da América Latina. Por isso, o setor precisa de uma qualificação mais ampla onde os profissionais e os envolvidos no setor tenham estrutura para crescer ainda mais, e com isso seja diminuído a exportação de mão de obra competente, na opinião do gerente de Produto (Games – Software e Hardware) da Nagem, Fernando Freitas. “Capacitamos profissionais para exportar, pois não temos ainda ecossistema para abarcar esses profissionais. Por isso, precisamos de um ecossistema mais preparado e proporcionar um universo mais integrado com outras habilidades e competências, tais como marketing, assessoria de imprensa, RH, distribuição, tecnologia, etc”, comentou executivo, que é player como jogador e consumidor, produtor de conteúdo, retail como canal de venda e colaborador para o setor como jogador de testes em jogos e acessórios antes dos seus lançamentos.

E a comprovação da fora deste mercado é a ruptura do conceito tradicional do trabalho no mundo em que outros campos de trabalho como a da arquitetura estão contribuindo na área de realidade virtual, proporções e iluminação, apontou o especialistas na última quinta-feira (07), no painel “Novo Profissional do Novo Mercado” na Faculdade Egas Moniz, em Boa Viagem. O encontro reuniu estudantes, recém-formados, profissionais, empresários, empreendedores e consultores para discutir as novas competências e habilidades para o futuro profissional no mercado de trabalho na modernidade, inclusive o de jogos digitais que tem grande potencial de crescimento. Para integrar essa importante discussão diversos nomes de campos que dialogam com a economia criativa participaram do evento, entre os quais o administrador e doutorando em Ciência da Computação, Paulo Silva, que responde como coordenador do curso de Tecnologia em Jogos Digitais da instituição de ensino superior; a doutoranda em comunicação Raquel Rodrigues, coordenadora de Publicidade e Propaganda; o publicitário Anselmo Albuquerque, sócio-Diretor de Planejamento na Ampla Comunicação; a arquiteta Conceição Lêdo, que acumula uma experiência de mais de 30 anos no mercado regional e nacional; e o arquiteto e especialista em transportes e acessibilidade, Anderson Aragão, coordenador de Arquitetura e Urbanismo da Faculdade Egas Moniz.

 

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Henrique Barbosa